Se Beber, Não Case 2: O que aconteceu em Vegas, deveria ter ficado em Vegas

E! News | Faz 6 anos

 
Courtesy of Warner Bros.
Mesma história, cidades diferentes. O “pacto do lobo” está de volta com mais revoltas do dia seguinte, embora desta vez um casamento do destino tenha levado uma pancada na noite de Bangkok. Embora alguns ha-has subsequentes dos brouhaha que possam surgir, a segunda parte sofre de um difuso sentimento de estar assistindo ao filme embriagado Claro, é ótimo se reecontrar com os meninos do hilário sucesso de 2009. Mas, caras, queremos uma seqüência de surpresas real, não uma recauchutagem que servilmente segue a fórmula e estrutura do original. Esse nível de familiaridade produz mais desprezo do que a comédia. Desta vez, é o falso certinho Stu (que no primeiro filme se casou com uma stripper em Las Vegas durante o porre) quem está noivo. Como a moça é tailandesa, ele e seus amigos Phil, Alan e Doug vão para uma despedida de solteiro em um resort às vésperas do casório. Os quatro, mais o irmão da noiva, vão para a praia tomar um inocente gole de cerveja. Na manhã seguinte, Stu, Phil e Alan acordam com ressaca, e – é claro - sem qualquer memória da noite anterior. Logo ficam sabendo que Doug está são e salvo no resort. Mas Teddy, o futuro cunhado de Stu, está desaparecido. E os três amigos precisam mais uma vez brincar de detetive até descobrirem aonde as trajetória de loucuras da noite anterior o levaram. Helms tenta infundir um pouco de energia maníaca, e Galifianakis, o homem-criança, acrescenta algumas linhas divertidas ao roteiro, embora eles tenham extraído um pouco sua importância nos atos. Basicamente essa forçada e não-tão-divertida aventura só coloca os caras perante situações humilhantes antes do inevitável e previsível payoff. Também adicionando ao déjà vu, Chow (Ken Jeong) atua loucamente enquanto Mike Tyson, quem nunca deveria cantar, faz as aparições necessárias. Uma viagem totalmente desnecessária. O que aconteceu em Las Vegas deveria ter ficado em Las Vegas.