Durante o julgamento de Dr. Conrad Murray foi exibida foto de Michael Jackson morto e sem roupa

E! News | Faz 5 anos

 
BANG!
O julgamento de Dr. Conrad Murray continua... A corte ficou em recessão na ontem, 10, graças a um feriado. E chegou a vez do Detetive de Polícia, Scott Smith, que recordou o seu testemunho de sexta-feira, 07. E o Ministério Público não perdeu tempo no testemunho do médico. Murray disse que era “muito importante” que ele consolasse Katherine Jackson depois de informá-la da morte de Michael Jackson. “Me contaram que ela tem problemas no coração, eu fui muito, muito cuidadoso ao dar a informação à ela.. Ela começou a chorar, eu fiquei lá, eu segurei a mão dela”. Ele também disse que fazia falou com Paris logo depois, e que fez parte do grupo que avisou as crianças sobre o ocorrido, ao lado de Michael Amir Williams e assistentes sociais. Ele disse que eles começaram a “Eu disse (a Paris), que nós tomaríamos conta dela”. Paris teria perguntado à Murray em lágrimas, “’Você salva um monte de pessoas. Por que você não salvou o papai? Eu sei que você tentou o seu melhor, eu sei que você tentou o seu melhor’”. Nos últimos minutos da entrevista com Murray, ele relembrou as doenças que Michael já tinha tido, como pneumonia, uma infecção viral respiratória, calos dolorosos e desidratação crônica. “Ele não bebe, ele não bebe e não come”, disse o médico. Ele também aproveitou para dizer que o cantor via o Dr. Arnold Klein três vezes por semana, mas nunca lhe disse o que ele estava tratando. Por volta das 10h20 da manhã o Detetive Smith testemunhou que Murray pareceu “surpreso” que a polícia não ainda não tivesse coletado três de suas malas médicas que ele tinha deixado no quarto de Michael após a sua morte. Ele também disse que os policias revistaram o seu carro, casa e escritório e não acharam propofol, mas encontrou o cartão do médico Dr. David Adams, um anestesista de Las Vegas. Smith também admitiu um erro na investigação. Ele disse que a polícia esperou quatro dias para entrar na casa de Jackson e que não fez o controle de quem entrava e saia da casa. Às 11h15 da manhã, chegou a vez do médico legista de Los Angeles, Christopher Rogers testemunhar. “Eu acredito que ele era mais saudável que muitas pessoas da sua idade”. Ele falou sobre as doenças descobertas durante a autópsia, entre elas o aumento da próstata (o que tornava a urina mais difícil) vitiligo, um pólipo em seu cólon, um inchaço no sistema nervoso, inflamações crônicas, cicatrizes nos pulmões, artrite e um implante dentário. Durante o testemunho de Rogers, o Ministério Público mostrou uma foto assustadora de Michael já morto e nu no local da autópsia. A foto foi tirada quatro horas depois da sua morte e antes do procedimento da autópsia ser realizado.