Rihanna, Demi Lovato e famosos publicam mensagens sobre a Venezuela

E! News | Faz 3 anos

 
Rihanna Jared Leto Demi Lovato

Vogue/Getty/Instagram




Veja quem mais se pronunciou sobre a situação atual do país






É no universo das redes sociais que os famosos conseguem desabafar, lamentar e mandar mensagens para seus seguidores ao redor mundo. Em meio à onda de protestos contra o governo da Venezuela, cresce na Internet uma onda de indignação sobre as políticas do país. Rihanna foi uma das primeiras estrelas a se manifestar sobre o assunto, escrevendo no Twitter: "Por favor, rezem pelas pessoas da Venezuela. Arrasada de ver o que está acontecendo".

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Demi Lovato foi outra famosa que se solidarizou com a causa. "Por favor #RezemPelaVenezuela". O ator Wilmer Walderrama, namorado de Demi, também lamentou, postando um vídeo no Instagram, onde aparece quase chorando: "Mando um recado para minha Venezuela. Te amo e te apoio, vamos para frente...".









A banda 30 Seconds to Mars escreveu: "Estudante morto na Venezuela. Ação que foi apoiada pelo governo. Isso tem que parar".





O ator indicado ao Oscar, Jared Leto, que faz parte da banda acima: "Enviando pensamentos positivos a meus irmãos da Venezuela. Se mantenham fortes. Isso não é certo".









Cher, muito revoltada, escreveu no Twitter: "Onde é que o ditador assassino Nicolas Maduro está mantendo Leopoldo Lopez? Lopez torturado, morto? Monstros loucos, não conseguem contar a verdade ao povo" (Nicolas é o presidente do país e Lopez é o líder dos protestos).









A famosa estilista Carolina Herrera compartilhou a mensagem abaixo no Instagram:









SITUAÇÃO DA VENEZUELA

Desde o começo de fevereiro, a Venezuela tem enfrentado momentos de tensão com protestos de estudantes e opositores contra o governo. A situação se agravou em 12 de fevereiro, quando uma manifestação contra o presidente Nicolás Maduro terminou com três mortos e mais de 20 feridos. Ao mesmo tempo em que milhares foram às ruas para criticar o governo – em um contexto de inflação, insegurança, escassez de produtos básicos e alta criminalidade –, outros milhares se manifestaram em favor de Maduro e contra os oposicionistas. Os canais de TV foram censurados e o Twitter foi bloqueado no país.