O julgamento de Dr. Conrad Murray está chegando ao fim…

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Conrad Murray no julgamento da morte de Michael Jackson (AP Photo/Isaac Brekken; Getty Images)
A promotoria encerrou a sua apresentação ontem, 24, no julgamento de Dr. Conrad Murray, pela morte de Michael Jackson. A última testemunha chamada pela promotoria foi o anestesista Dr. Steven Shafer, que falou ao júri a sua opinião sobre que o que aconteceu na noite da morte de Michael, no dia 25 de junho de 2009. No seu quinto dia de testemunho, Dr. Shafer foi questionado pela defesa sobre o seu primeiro testemunho a respeito da quantidade de anestésico que Dr. Murray poderia ter dado à Michael e como ela foi administrada. Sob juramento, Shafer concluiu que, na sua opinião, a única explicação plausível para a quantidade de Propofol encontrada no corpo de Michael era que tinha sido administrada através de gotejamento intravenoso, que continuou a entrar no sistema do cantor mesmo depois que o seu coração parou. Ele também afirmou que Murray tinha dado ao Rei do Pop 40 vezes mais Propofol do que ele admitiu à polícia. No entanto ele admitiu ao advogado da defesa, Ed Chernoff, que ele não poderia dar certeza sobre o que aconteceu, e tudo é apenas especulações, porque Murray não fez nenhum registro. Mais tarde, ao ser questionado pela promotoria, Shafer novamente repetiu sua opinião de especialista de que não havia possibilidade nenhum de Michael ter administrado sozinho a dose de Propofol de o matou (como alega a defesa de Murray). Depois de Shafer deixou o banco das testemunhas, a acusação e a defesa fizeram o seu encerramento. O julgamento, que já dura quarto semanas, contou com 33 testemunhas da promotoria, incluindo inúmero medicos especialistas que foram altamente críticos com Murray. Murray, que alega ser inocente, pode pegar até quarto anos de prisão se for considerado culpado.