Madonna é ameaçada de morte por defender Pussy Riot

E! News | Faz 3 anos

 
Madonna, Grammy Awards

Jason Merritt/Getty Images



Cantoras da banda punk feminista foram presas na Rússia






Madonna, além de Adele, Yoko Ono, Alanis Morissette, Bono, Sting e outras dezenas de celebridades, apoiaram em 2013 a libertação de duas integrantes da banda feminista punk Pussy Riot, detidas por sua atuação num protesto contra o governo russo.

Nessa quarta-feira, 05, Madonna fez um um discurso emocionante no Amnesty International Concert, em Nova York, no qual ela descreveu a si mesma como uma "lutadora pela liberdade". Para a surpresa de muitos, a rainha do pop revelou que já foi ameaçada de morte por defender seus ideais e dizer o que pensa, principalmente quando defendeu o grupo russo.



Pussy Riot, Nadezhda Tolokonnikova, Maria Alyokhina, Yekaterina Samutsevich

AFP/Getty Images



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A cantora chamou ao palco as meninas do Pussy Riot, e disse: "O direito de ser livre, de dizer o que pensamos, de ter uma opinião, de amar quem nós queremos amar, ser quem nós queremos ser - nós temos que lutar por ele?".

"Eu sempre me considerei uma lutadora por liberdade desde o começo da década de 1980... E eu definitivamente paguei por isso e fui punida por falar o que eu penso ou por colocar o meu pescoço para fora contra esse tipo de discriminação. Mas está tudo bem", falou ao público.

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Madonna também confessou que já sofreu ameaças de prisão, após sua apresentação na Rússia em 2012 por estar promovendo "comportamento gay".

Ela acrescentou: "Desnecessário dizer que eu não mudei nenhum momento do meu show. Oitenta e sete dos meus fãs foram presos por comportamento gay - seja lá o que isso for".

Diva sendo diva e ninguém pode pará-la!