Jermaine Jackson: “Michael não era um viciado”

E! News | Faz 5 anos

 
Jermaine Jackson no programa de Ellen DeGeneres (Michael Rozman/Warner Bros)
Michael Jackson não tinha um problema com drogas, ele só não conseguia dormir. É o que diz o irmão do Rei do Pop, Jermaine Jackson, que participou do programa de Ellen DeGeneres para discutir o veredito do médico de Michael, o Dr. Conrad Murray, pela morte involuntária do cantor. Saiba como foi a entrevista. SAIBA MAIS: Para os membros do júri foi fácil decidir o caso do Dr. Conrad Murray Quando perguntado se era possível que Michael tivesse escondido um vício pelo propofol, o anestésico que causou sua morte, Jermaine respondeu, “Não, ele não era um viciado. Foi viciado em 2001 por Demerol... No começo dos anos 2000, mas foi por causa de dor. Mesmo durante a autopsia foi provado que não havia nenhum vício”. “Michael só queria dormir. Ele não queria morrer. Ele confiou no médico, na negligencia e tudo mais”, continuou ele. Jermaine também disse que a morte de Michael ainda é difícil para a família. “É realmente triste porque nós perdemos uma pessoa incrível. Ver e ouvir o veredito... Minha mãe chorou e nós a consolamos. Os fãs estavam comemorando e tudo, mas isso não traz o Michael de volta. Nós perdemos um irmão”. E quanto ao veredito de Murray, a sentença máxima de quatro anos de prisão faz com que a família acredite que a justiça foi feita? SAIBA MAIS: Nicki Minaj, Ellen DeGeneres e outros artistas falam sobre o veredito de Conrad MurRay pela morte de Michal Jackson “Eu acho que a sentença foi bem suave. Eu digo, você provavelmente pegaria mais tempo por roubar. Se fosse ao hospital e roubasse vidros de propofol você provavelmente pegaria mais tempo”, disse Jermaine, “E dar a ele apenas dois anos por tirar uma vida, esqueça Michael Jackson, mas a vida de qualquer pessoa. Mas isso aconteceu com o meu irmão que amava o mundo e as pessoas, e fez tanto por elas. Ele se importava com as pessoas, com os direitos humanos, com as crianças”. E Ellen adicionou, “É claro que nós perdemos alguém ótimo. E que todos temos sentimentos e memórias ligadas a ele, mas o fato do médico ser alguém em quem confiamos como você disse... Ele pode ter sua licença de volta depois de fazer algo assim. Isso deveria ser um aviso para que ele não fosse capaz de praticar de novo. Isso deveria ter sido o último. Saberíamos que ele não faria de novo”. A sentença de Murray está marcada para ser dada no dia 19 de novembro, e enquanto isso ele esta detido sem o direito da fiança.