George Clooney usa dinheiro para controlar presidente via satélite

E! News | Faz 3 anos

 
George Clooney, Nespresso

Nespresso



Ator espiona Omar al-Bashir, do Sudão






Não é segredo para ninguém que George Clooney vive sentado no dinheiro. Portanto, não é de surpreender que ele gaste sua fortuna com algumas coisas inimagináveis, como um satélite para espionar o presente do Sudão, Omar al-Bashir, acusado de ser um criminoso de guerra.

Em entrevista ao jornal The Guardian, George explicou: "A maioria do dinheiro que ganho com os comerciais (da Nespresso), eu gasto para manter um satélite no norte e no sul do Sudão, para manter meus olhos sobre Omar al-Bashir".

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"Então, ele envia um comunicado dizendo que estou espionando-o e (perguntando) se eu gostaria de ser seguido por uma câmera em todos os lugares que vou. ‘Bem, bem-vindo a minha vida, Senhor Criminoso de Guerra'. Eu quero que os criminosos de guerra recebam a mesma atenção que eu. Acho justo", afirmou.

O ator tem se engajado em um projeto para acabar com o reinado do presidente sob o Sudão, por isso, ele criou o Projeto Satélite Sentinela para rastrear os movimentos do exército "brutal" do Sudão como tentativa de alertar os civis dos próximos ataques.

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George Clooney

Win McNamee/Getty Images



"A verdade é que... Nós vamos ter que encontrar muitas formas de tornar a vida miserável para as pessoas que tornam a vida miserável. E o mais importante... temos que continuar a fazer suportável a vida para aqueles cujo situação se tornou insuportável".

"É uma área que os jornalistas não podem entrar. Há uma boa razão pela qual não podem entrar, porque o presidente do Sudão, Omar al-Bashir, é constantemente flagrado matando civis inocentes", concluiu.

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Não é de hoje que George é engajado nesta causa. Em 2012, o ator chegou a ser preso por protestar em frente à embaixada sudanesa e Washington, nos Estados Unidos. "Estamos aqui para pedir duas coisas muito importantes. Precisamos de ajuda humanitária imediata no Sudão, antes que se torne a pior crise humana do mundo e... a segunda coisa que pedimos é para o governo de Cartum parar de matar os próprios homens, mulheres e crianças... pare de estuprá-las e pare a fome deles", disse na época.