Muitos se decepcionaram com apresentação do filho de Cher em “Dancing With The Stars”

E! News | Faz 5 anos

 
A estreia de Dancing With The Stars buscava, como em todas as suas edições anteriores, instalar alguma polêmica. O terreno já tinha sido totalmente preparado e semente devidamente plantada para a divergência que ocorreria ontem, 19, na frente das câmeras. E semente tem nome e sobrenome, Chaz Bono, o filho transexual de Cher. O militante da causa LGBT e autor de Transition: Como me tornei um homem, fez uma apresentação ao ritmo de rumba (uma versão mais ou menos dom gênero, na verdade) junto com a dançarina Lacey Schwimmer. Bom... Mas parece que o júri não ficou muito feliz com o desempenho de Chaz, já que acumulou somente 17 pontos, apenas um a mais que Rob Kardashian e cinco a menos que Chynna Phillips e J.R. Martinez, os ganhadores da noite. O debate que existiu nos últimos dias a respeito da aparição do filhe da Cher foi constante e mostrou uma visão retrógrada de alguns setores da sociedade norte-americana. A Associação de Famílias Estadosunidenses afirmou em seu site onemillionmoms.com, “É totalmente inaceitável, os cristãos não devem ver essa transmissão”. SAIBA MAIS: Conheça os participantes da próxima temporada de Dancing With The Stars Como se não bastasse e tentado fazer com que o participante não competisse mais, apareceram muitos psiquiatras nas redes de televisão competidoras da ABC (canal de transmite o Dancing With The Stars) afirmando que a aparição pública de Chaz afetaria muito o discernimento das crianças. Não é a primeira vez que um casal do mesmo sexo participa de um programa como esse. Em Bailando por un sueño, a versão argentina do programa americano, tem dois casais formados pelo mesmo sexo, um formado por dois homens (homossexual e heterossexual) e outro por duas mulheres (irmãs) respectivamente. E aconteceu alguma catástrofe ou surgiu alguma espécie de epidemia homossexual? Totalmente ao contrário. Além de divertir o público com suas piadas e atuações, os dançarinos ensinam que a tolerância e a inclusão são importantes, é uma escolhe e não uma doença infecciosa.