Defesa leva especialista em anestesia que afirma que Michael Jackson causou a sua própria morte

E! News | Faz 5 anos

 
Dr. Conrad Murray no julgamento da morte de Michael Jackson(AP Photo/Isaac Brekken; Pool Photographer/Getty Images)
Na sexta-feira, 28, um especialista em anestesia deu seu depoimento durante o julgamento da morte de Michael Jackson. Ele disse que o cantor causou a sua própria morte, injentando em si próprio altas doses de Propofol. A testemunha da defesa, Paul White, desafiou o testemunho do médico Dr. Steven Shafer, o especialista apresentado pela acusação. Shafer disse que, em sua opinião, a única causa plausível para a morte de Michael foi a administração de Propofol por Dr. Conrad Murray. Uma dose tão grande, que correu pelo seu sistema mesmo depois de sua morte. O advogado de defesa, Michael Flanagan perguntou a White: Você acha que foi auto-injeção de Propofol… entre às 11h30 e o 12h? E, para as duas perguntas White respondeu, “Na minha opinião, sim”. Mais tarde, em seu testemunho, White também colaborou com a tese da defesa dizendo que o cantor ingeriu várias pílulas de lorazepam, e que a droga combinada com o Propofol criou uma “tempestade perfeita” de substâncias que levou à morte do cantor. Flanagan perguntou a White também se a quantidade de drogas (pequenas injeções de dois sedativos e meia dose de Propofol) que Murray afirmou ter dado a Michael seria capaz de matá-lo. E ele respondeu, “De jeito nenhum”. A Corte declarou recesso no caso, que já está acontecendo há cinco semanas, até segunda-feira, 31.