Cinco coisas que você precisa saber sobre Django Livre

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Andrew Cooper/The Weinstein Company




Novo filme de Tarantino estreou hoje, 18, no Brasil






Django Livre, o mais novo filme do diretor Quentin Tarantino, chegou hoje, 18, aos cinemas brasileiros. E antes mesmo de sua estreia, o longa já vinha criando bastante polêmica, principalmente nos Estados Unidos, onde estreou em 25 de dezembro.





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A trama acontece no sul dos Estados Unidos e se passa dois anos antes da Guerra Civil norte-americana (1861-1865) e conta a história de Django (Jamie Foxx), um escravo que fica cara a cara com Dr. King Schultz (Christoph Waltz), um caçador de recompensas alemão, e passa a caçar criminosos com ele antes de ir ao resgate de sua mulher, Broomhilda (Kerry Washington), que foi vendida pelo tráfico de escravos.

A busca os leva até Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o proprietário da "Candyland", uma fazenda onde os escravos são treinados para lutar entre si para a diversão de Candie.





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O filme já levou dois Globos de Ouro, o de melhor ator para Waltz e melhor roteiro, e concorre a cinco estatuetas do Oscar, incluindo a de melhor filme.

Mas antes de correr para o cinema mais próximo para comprar seu ingresso, confira cinco coisas que você precisa saber sobre Django.









Quando o filme ainda estava na fase de pré-produção, vários atores que estavam ligados ao projeto acabaram desistindo, entre eles Sacha Baron Cohen, Kevin Costner, Kurt Russell e Joseph Gordon-Levitt. A principal desculpa foi conflito de agendas, mas suspeita-se que alguns deles não queriam enfrentar as controvérsias comuns nos filmes de Tarantino.



Alfonso Catalano/LaPresse/ZUMAPress.com



Spike Lee não quer nem saber de assistir Django. Em entrevista à revista Vibe, o cineasta afirmou que não assistiria ao filme por considerá-lo ofensivo. "Eu não posso falar sobre o filme porque não vou assistí-lo. Tudo que vou dizer é que é desrespeitoso aos meus ancestrais. É o que eu penso... não estou falando por mais ninguém", declarou Lee.





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Tarantino perdeu a paciência com a insistência da mídia em questioná-lo sobre a relação do filme com a tragédia de Newtown, nos Estados Unidos, em que 26 pessoas foram assassinadas em uma escola.

"Eu assistiria um filme de kung fu após o massacre de Sandy Hook? Eu assistiria? Talvez, porque eles não tem nada a ver um com o outro. Acho que falar sobre filmes é desrespeitoso com a memória das pessoas que morreram. Obviamente, os problemas estão no controle de armas e na saúde mental", declarou o diretor em uma entrevista.

Em outra entrevista, ao Channel 4, Tarantino se recusou a responder quando indagado se tinha certeza que não havia relação entre gostar de um filme violento e gostar de violência. "Eu vou te dizer por que tenho tanta certeza? Não me pergunte isso. Não vou cair. Eu recuso a sua pergunta. Não sou seu escravo e você não é meu mestre. Você não pode me fazer dançar sua música", disse ele.



The Weinstein Company




Além de todo sangue derramado, que é comum nos filmes do diretor, a expressão "nigger", que é usada pejorativamente para descrever pessoas negras, é citada mais de 100 vezes no longa. Mas o que foi um problema para alguns críticos, foi tratado com naturalidade pelo protagonista de Django Livre.

"No Texas, ser criança, foi racialmente perigoso para ser honesto. Ser chamado de ‘nigger' quando mais novo, por pessoas mais velhas, foi algo com o que tive que lidar por ser do sul. Já que isso aconteceu comigo, fui capaz de compreender o roteiro", declarou Foxx.



Andrew Cooper/The Weinstein Company




Durante a Comic-Con de 2012, Tarantino confirmou que uma minissérie em quadrinhos baseada em Django Livre será lançada pela DC Comics em cinco edições. "O quadrinho será literalmente o primeiro rascunho do roteiro", declarou o diretor.

R.M Guéra será o desenhista responsável pela adaptação. O sérvio já trabalhou com Tarantino antes, na adaptação de uma cena de Bastardos Inglórios para HQ.





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