Amy Winehouse morreu intoxicada

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Amy Winehouse em um show (Mark Allan/Getty Images)
Após três meses da morte de Amy Winehouse a juíza Suzanne Greenaway determinou que a cantora morreu intoxicada por consumir cinco vezes mais álcool do que a taxa permitida para dirigir no Reino Unido. Em agosto, o comunicado feito pelo porta-voz da cantora dizia que não havia substâncias ilegais em seu corpo após sua morte, mas o novo laudo afirma que após três semanas de abstinência, o consumo excessivo de álcool teria levado à morte de Amy no dia 23 de julho. “A consequência deste nível potencialmente fatal de álcool sem seu sangue foi a causa de sua repentina morte”, aponta a investigação da responsável pela investigação judicial, que classificou a morte como “acidental”, descartando a hipótese de suicídio. SAIBA MAIS: Mitch Winehouse irá escrever biografia sobre Amy Segundo a mesma investigação, a cantora estava há três meses sem ingerir substâncias ilegais e há pouco mais de um mês sem ingerir álcool. Por isso, a alta quantidade que ingeriu um dia antes de ser encontrada morta em seu apartamento foi capaz de tirar sua vida.